
Atualmente, um dos assuntos mais comentado é sobre o alto custo de vida em São Paulo, inclusive entre os cozinheiros espanhóis estrelados presentes no evento Gastronômico Millesime que ocorreu na semana passada no Terraço Daslu, as explicações são tantas que parece que todos tentam encontrar uma resposta para aliviar o estresse, entender, não é compreender, e tentar gerenciar melhor o próprio bolso.
Uma matéria do Jornal O estado de São Paulo do dia 21 de março, em Discussões Urbanas os Desafios da Metrópole, “Porque os preços em SP estão cada vez mais altos?” Trouxe algumas informações, pela Pesquisa Global Mercer do Custo de Vida, que mostra as grandes diferenças entre a conta nossa de cada dia em diferentes itens. Dois pontos chamam muito a atenção: o primeiro é analise de um economista que no preço está embutido o “custo paulistano” e o “custo do status” (sic) referindo-se também aos objetos de luxo, mas como entender os valores muito acima, comparou-se entre as cidades do Brasil e outros países, para itens como alimentação básica e transporte ?????
O segundo ponto é a carga tributária deste nosso Brasil, o vinho tem 83,07% de taxa tributária, enquanto que na Espanha o vinho é taxado como alimento, aqui é “artigo de luxo”, mas podemos ainda considerar que se pode viver sem beber “velho mundo”, mas e a tarifa sobre o açúcar de 40,5% (?), é quase a metade do valor pagamos só em impostos.
Com 83,07% de carga tributária, mais a cascata de impostos dos outros custos a serem pagos, o fato de os vinhos de fora da America do Sul tem impostos diferenciados, dá para começar a entender porque os vinhos do velho mundo são mais caros.
Mas só falar e reclamar não nos ajuda, esta na hora de termos mais matérias como a deste jornal para ajudar no esclarecimento e propiciar mudanças.
Um brinde ao vinho de qualidade!
A su Salud!