Eu sou uma pessoa que estou habituada com vinhos. Desde pequena, eu ia tomar um lanche com meu pai e ele tomava uma, duas taças de vinho. E assim eu cresci toda sexta-feira acompanhando o assunto do vinho da noite. O que eu quero dizer é que eu trato o vinho com muita naturalidade. Incomoda-me muito quando ofereço um vinho para alguém e a pessoa responde: Eu não entendo nada de vinhos. Claro que o vinho passa por diversas etapas até chegar na obra final, mas como tudo nesta vida, ou você gosta, ou você não gosta. Muitos especialistas vão me crucificar por isso, mas tome o vinho que você gosta sem pensar na pontuação que ele recebeu, sem receio de não saber falar sobre seus aromas, o “toque frutado” que ele traz. Deguste o vinho pensando na sensação que você tem ao coloca-lo em sua boca, nas pessoas que estão te acompanhando, no momento que você está vivendo. Tire o vinho do pedestal, trate-o com naturalidade, curta o momento. Um vinho, para ser bom de verdade, você tem que gostar!



















